Acho que uma das perguntas que eu mais ouvi no começo da gravidez foi: e agora, você vai fazer o que com os seus gatos? E eu sempre tentava fazer cara de paisagem pra não ter que dar uma resposta malcriada. Acho que só quem tem bichos, entende o amor que a gente sente por eles.
Nem passava pela minha cabeça 'me livrar' dos gatos só porque estava grávida. A única vez, foi sugestão da minha médica, por causa de um exame alterado. Eu chorei tanto quando ela falou que eu não poderia ficar com os gatos em casa, que ela até me pediu desculpas depois. A sorte foi que a tal alteração foi erro do laboratório e eu pude continar com o Dimi e com a Mel em casa.
Eu nem tinha medo de doenças, por que eu sabia que eles eram (são) saudáveis. O que me preocupava mesmo era se o Dudu tivesse alguma alergia a gatos ou se eles ficassem agressivos por causa de ciúmes.
Mas Graças a Deus (e contrariando as previsões de muita gente por aí), nada aconteceu. Eu não tive nenhum tipo de problema, nem o Dudu teve alergia ou os gatos ficaram agressivos, com ciúmes. Aliás, o que aconteceu foi exatemente o contrário de ciúmes.
Logo que a gente chegou, nos preocupamos em mostrar o bebê pro Dimi e pra Mel, pra eles poderem conhecer e não estranharem a ponto de ficarem se sentindo ameaçados a ponto de agredi-lo.
O Dimitri, que sempre foi meio desconfiado, chegou, deu uma olhada meio de lado, uma cheirada e foi embora pra cima do armário. Com a Mel, já foi diferente. Ela ficou toda curiosa, querendo ver o que era, miando baixinho (mas sem agressividade nenhuma). E assim ficou nas primeiras semanas. Cada vez que ele chorava, o Dimi saía correndo e a Mel vinha pra perto.
Sei lá o que aconteceu, mas acho que o instinto maternal dela se aflorou e ela começou a 'cuidar' do Dudu. Onde ele estiver dormindo, ela tá do lado. Se ele não tá no berço, ela fica miando como se estivesse procurando por ele. Quase toda vez que eu amamento, ela está por perto. É a coisa mais fofa.
Nem passava pela minha cabeça 'me livrar' dos gatos só porque estava grávida. A única vez, foi sugestão da minha médica, por causa de um exame alterado. Eu chorei tanto quando ela falou que eu não poderia ficar com os gatos em casa, que ela até me pediu desculpas depois. A sorte foi que a tal alteração foi erro do laboratório e eu pude continar com o Dimi e com a Mel em casa.
Eu nem tinha medo de doenças, por que eu sabia que eles eram (são) saudáveis. O que me preocupava mesmo era se o Dudu tivesse alguma alergia a gatos ou se eles ficassem agressivos por causa de ciúmes.
Mas Graças a Deus (e contrariando as previsões de muita gente por aí), nada aconteceu. Eu não tive nenhum tipo de problema, nem o Dudu teve alergia ou os gatos ficaram agressivos, com ciúmes. Aliás, o que aconteceu foi exatemente o contrário de ciúmes.
Logo que a gente chegou, nos preocupamos em mostrar o bebê pro Dimi e pra Mel, pra eles poderem conhecer e não estranharem a ponto de ficarem se sentindo ameaçados a ponto de agredi-lo.
O Dimitri, que sempre foi meio desconfiado, chegou, deu uma olhada meio de lado, uma cheirada e foi embora pra cima do armário. Com a Mel, já foi diferente. Ela ficou toda curiosa, querendo ver o que era, miando baixinho (mas sem agressividade nenhuma). E assim ficou nas primeiras semanas. Cada vez que ele chorava, o Dimi saía correndo e a Mel vinha pra perto.
Sei lá o que aconteceu, mas acho que o instinto maternal dela se aflorou e ela começou a 'cuidar' do Dudu. Onde ele estiver dormindo, ela tá do lado. Se ele não tá no berço, ela fica miando como se estivesse procurando por ele. Quase toda vez que eu amamento, ela está por perto. É a coisa mais fofa.



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